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Crónicas disto e daquilo

Um lugar de partilha de histórias, meras opiniões, puras reflexões ou simples desabafos

Crónicas disto e daquilo

Um lugar de partilha de histórias, meras opiniões, puras reflexões ou simples desabafos

Sab | 11.11.23

Toda a luz que não podemos ver

Pedro

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Toda a luz que não podemos ver é uma minissérie, de quatro episódios, que vale a pena acompanhar e que retrata a história de Marie-Laure Leblanc (Aria Mia Loberti), uma jovem francesa cega que foge de Paris, ocupada pelos nazis, e que se refugia, com o pai, em casa do seu tio, em Saint-Malo, durante a II Guerra Mundial. Paralelamente, é contado o trajeto de Werner Pfennig (Louis Hofmann), um jovem órfão alemão, perito em tecnologia de rádio, que é recrutado pelo exército de Hitler para rastrear transmissões ilegais.

E é, justamente, neste idílico cenário de guerra, que os caminhos de Marie e Werner acabam por se cruzar, devido à paixão que ambos nutrem por um programa radiofónico.

Baseado no romance homónimo de Anthony Doerr, esta série da Netflix é, no fundo, um drama histórico, emotivo e envolvente, com uma magnífica interpretação da estreante atriz norte-americana, Aria Mia Loberti, que, tal como a personagem, tem a particularidade de ser invisual. Conta ainda com as participações dos atores Mark Ruffalo (pai de Marie) e Hugh Laurie (tio de Marie) nos principais papeis.

E, já agora, mais uma nota: aconselho a prepararem os lenços, uma vez que o final desta série de época é intenso e emocionante.

"Tudo tem uma voz. Só tem de a ouvir"

- Marie Leblanc

Veja o trailer aqui

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